Instrui a criança no caminho em que deve andar e,quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22.6)
domingo, 13 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Já sou crescido! Eu faço!
A afirmação da sua individualidade
Nesta idade, a criança quer fazer as coisas sozinha – “eu visto, eu faço, eu sei” – referem frequentemente, estando a produzir e a desenvolver a afirmação do seu Eu. Percebe que tem vontade própria e quer testar os seus limites. É a fase do chamado egocentrismo infantil. Não gosta de ser criticada e tem dificuldade em respeitar as ordens.
Começa a opor-se aos pais quando as regras chocam com os seus desejos, o que muitas vezes resulta em birras. Muito embora já dê muitos sinais da sua independência, para muitas coisas continua a portar-se como um bebé. Pode pedir a chupeta para dormir ou apenas adormecer com a sua mantinha de estimação.
Como aproveitar a sua maior autonomia
Agora que a criança já pretende realizar muitas tarefas sozinha é a altura ideal para que ir aprendendo os hábitos de higiene pessoal. Assim, podemos ensinar-lhe a lavar e secar as mãos sozinho a lavar os dentes depois das refeições. Podemos ainda permitir-lhe que durante o banho e com a nossa supervisão se ensaboe sozinha, desde que lhe lavemos nós a cabeça.
Todavia nunca a devemos deixar sozinha no banho pois poderia escorregar e cair. Podemos ainda deixá-la vestir-se sozinha se lhe ensinarmos a fazê-lo e se tiver roupa adequada: calças ou saias com velcro, camisas, blusas e casacos com botões grandes e sapatos também com velcros. Nesta idade, podemos também permitir-lhe realizar algumas tarefas como:
- Levar a cesta do pão para a mesa
- Colocar os guardanapos na mesa
- Limpar o pó
- Ajudar a fazer a sua caminha
- Dobrar o pijama
- Colocar a roupa suja, que despiu, no cesto
Nunca devemos permitir que a criança transporte:
-Talheres
-Garrafas de vidro
-Pratos ou outros objectos de loiça
Comer sozinho
É natural que nesta idade já coma sozinho e queira experimentar as suas novas habilidades utilizando o garfo e a faca para trinchar. Ainda que lhe falte força e coordenação para manejar o garfo e a faca, devemos deixá-lo experimentar desde que com um talher adequado e sempre debaixo da nossa supervisão.
Muitas vezes, ao tentar trinchar a carne ou o peixe, estes saem do prato mas, se não o deixarmos praticar, não vai conseguir aprender. É também nesta idade que começa a ter as suas preferências culinárias e é capaz de fazer uma birra porque não quer a sopa ou porque prefere o empadão ao peixe cozido.
É meu!
Durante esta etapa, muito embora já tenha iniciado a sua socialização é difícil que brinque de forma cooperativa. No infantário, no jardim ou em casa com outras crianças da mesma idade, a brincar no mesmo local, geralmente não interage com os seus companheiros.
Quando os observa é normalmente para cobiçar os seus brinquedos. Não tem ainda a noção de pertença e assim é capaz de violentamente arrancar um brinquedo da mão de um companheiro, dizendo ufano “É meu!”. Tem dificuldade em partilhar e muitas vezes faz uma birra se não consegue o seu objectivo – brincar com um brinquedo de um companheiro, esperar a sua vez para andar no baloiço ou no escorrega.
Quedas e trambolhões
Na sua ânsia de quererem fazer tudo sozinhos, tentam imitar as crianças mais velhas e não permitem que os apoiem em algumas brincadeiras. Invariavelmente querem realizá-las sozinhos. Assim, são comuns as quedas no parque infantil porque pensam que já são grandes e querem demonstrar as suas capacidades. Trepar, correr, andar de baloiço, de triciclo ou bicicleta, como se fossem meninos grandes e autónomos.
Conselhos aos pais
Nesta idade a nossa ajuda tem de ser muito “diplomática”. Temos de os fazer crer que podem realizar sozinhos as tarefas mas, só com uma pequenina ajuda nossa. Temos de estar sempre atentos e vigilantes.
Fonte:
sábado, 31 de outubro de 2009
Turminha Diante do trono
Bolo de festa
uma mesa bem alegre que pudesse envolver a criançada naquele grande dia.
Pesquisando na net encontrei esses bolos e foi bom pois peguei idéias ficou muito lindo uma mistura. Mais tarde vou colocar a foto da mesa da Rayanne aqui para vocês.
As imagens são do site akyfesta




segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Comportamento
Mentiras na infância
Atitudes da criança que assustam e preocupam os pais. De acordo com estudiosos do comportamento infantil, isto é natural quando a criança tem idade entre três e sete anos. Claro que há limites e observações, mas antes de brigar preste atenção, às vezes o filho deseja apenas chamar à atenção dos pais por não saber como pedir ajuda.Para entender, é necessário conhecer mais sobre as crianças vivem num universo desconhecido e estão sempre em conflito entre a fantasia e a realidade. De acordo com a psicóloga Ângela Clara Correa, a fantasia acompanha a criança durante uma parte da infância, que vai de um a sete anos. "A mentira de uma criança é aceitável somente quando os valores não foram criados e percebidos por ela", afirma.
A criança pequena não sabe lidar com as frustrações e ausências - sejam elas emocionais, financeiras ou comportamentais-, fazendo com que sintam a necessidade de mentir e/ou roubar para compensar a falta gerada por algum motivo ou circunstância.
Vamos pegar como exemplo uma criança que vai à escola após um fim de semana e a professora pergunta qual foi a diversão dos últimos dias. Ela, sem malícia ou premeditação, responde: fui passear numa linda fazenda com os meus pais!
Modelo de macações de TNT
Vejam que lindos, boa dica para quem trabalha com crianças.
Boa para dia das crianças, festa infantil, evangelismo...
Fonte Tia Dri
http://drikids.blogspot.com/
Dicas para festa infantil
Para você fazer uma festa bonita e barata para seu filho.
Você pode criar!!



Use sua criatividada para montar uma festa não só para o filho mas até para sobrinhos, primos...

essas fotos eu peguei do google, quando estava montando o aniversário da minha filha, aproveitei muitas idéias.Festinha de criança é a melhor que está tendo.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A OVELHA PERDIDA
As pessoas gostavam muito de
se reunir para ouvir Jesus.
Um dia, ele contou a história da ovelha perdida:
"Havia um pastor que cuidava de cem ovelhas.
Ele conhecia bem cada uma delas
e elas também o conheciam.
De manhã cedo,
o bom pastor chamava cada ovelha pelo seu nome,
e todas saiam juntas.
À noite, elas ficavam no estábulo e dormiam na palha.
O Pastor cuidava bem do seu rebanho.
Por isso as ovelhas sempre ficavam perto dele.
Mas, certa vez, quando chegou em casa,
à noite, contou-as e viu que faltava uma.
Uma delas tinha fugido...
O Pastor estava triste, cansado e com fome,
mas mesmo assim voltou para o campo à
procura da ovelha que faltava.
Lá estava escuro e tinha muitos buracos,
mas o Pastor não desistiu e finalmente
encontrou a ovelha perdida.
A ovelha estava machucada. Então,
o Pastor a levou para casa e cuidou dela.
Agora, o Bom Pastor estava alegre:
Tinha encontrado a ovelha perdida.
E só então ele descansou."
Quando Jesus contou esta história,
Ele também disse: "Eu sou o bom Pastor."
Com isso Ele quis dizer que é o Nosso Pastor:
E nós as suas ovelhas.
Jesus cuida de nós como um pastor cuida de suas ovelhas.
Então se alguém se perder Dele,
Ele vai procurar até encontrar e vai ficar muito contente.
Esse é um dos motivos de Jesus ter vindo a terra:
trazer esperança e salvação às pessoas.
O sacrifício que Ele fez, morrendo na cruz do calvário
e ressuscitando ao terceiro dia, por mim e por você,
foi todo por amor a nós.
Confie em Jesus sempre amiguinhos,
pois Jesus cuida de você,
Ele conhece todos os teus medos e problemas,
Jesus sempre está pronto para te ajudar.





























