Instrui a criança no caminho em que deve andar e,quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22.6)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
O Poder do nosso Deus

Mantenha seu filho longe da T.V
“Acima de tudo, guarde o seu coração (mente) pois dele depende toda a sua vida”
(Prov 4:23)
"Não porei coisa injusta diante dos meus olhos"
(Salmo 101:3)
Você sabia que o brasileiro assiste em média mais de 5 horas diárias de televisão?
A ciência médica e comportamental têm associado um importante número de doenças e distúrbios ao excesso de televisão, principalmente para as crianças e adolescentes. Há inclusive relatos psiquiátricos de adolescentes viciados em TV (inclusive com sintomas de síndrome de abstinência).
O jornal médico The Lancet mostra que a quantidade de tempo que uma criança passa vendo TV tem ligação direta com riscos de sérios problemas de saúde na sua vida adulta. As crianças que olham TV duas ou mais horas por dia entre as idades de 5 e 15 terão alto risco de sofrer elevada taxa de colesterol, vício de fumar, condicionamento físico precário e excesso de peso, além de depressão e apego a violência e ao sexo fácil. Os pesquisadores afirmam que uma criança não deve assistir TV mais que uma hora por dia.
Do ponto de vista da Palavra de Deus (o que mais importa!) o maior problema da televisão é a distorção dos valores morais de Deus. De forma geral o que a TV tem ensinado contraria os princípios básicos de vida cristã.
Então, uma criança ou adolescente expostos livremente a televisão vão produzir problemas de comportamento em áreas vitais das suas vidas.
A Palavra de Deus ensina que os pais são responsáveis por guardar a mente dos seus filhos (enquanto eles mesmos não puderem fazer as escolhas corretas).
A omissão dos pais no controle do que os filhos assistem na TV é irresponsabilidade diante de Deus.
Alguns conselhos práticos para os pais (com relação a TV):
a) controle o tempo que os seus filhos ficam na frente da televisão. A Sociedade Suiça de Pediatria fala em 7 a 10 horas de por semana no máximo. Dependendo do tipo de programação isso já é muito!
b) monitore os programas e veja se os conteúdos edificam ou destroem a vida do seu filho (principalmente com relação as questões morais/cristãs). Tenha certeza sobre que tipo de coisa os seus filhos estão absorvendo.
c) não permita que seus filhos (crianças e adolescentes) tenham TV no quarto. Já imaginou o resultado do seu filho de 12 anos sozinho com o controle remoto na mão buscando "entretenimento" as 2 horas da manhã na televisão? TV é na sala! Onde todos podem ver o que todos estão assistindo!
d) se puder, prefira os canais fechados pois a programação é mais homogênea e previsível. Canais abertos são perigosos: num minuto está passando o desenho, no outro começa outro programa desaconselhável. Para crianças pequenas aconselho o Discovery Kids.
e) cuidados com os comerciais. Fique de olho no que os seus filhos estão sendo convidados a consumir.
f) livre o seu filho pequeno dos desenhos violentos e das personagens que ensinam desobediência e rebeldia. Livre os seus filhos adolescentes das séries que ensinam o namoro irresponsável. Livre os seus filhos de séries e programas com temática adulta. Cada coisa a seu tempo. Cada idade a sua programação!
g) livre todos da sua casa do lixo das novelas. Elas destroem as famílias.
h) assista junto alguns programas e aproveite para ensinar os valores de Cristo em meio às tolices do mundo.
Na Tv há coisas boas e coisas ruins. Têm coisas que educam e coisas que destroem.
Na TV há coisas que aproximam os nossos filhos de Deus e coisas que ajudam a aproximá-los mais do inferno. É tarefa dos pais controlar. Não jogue fora a sua televisão, apenas seja responsável e seletivo.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Já sou crescido! Eu faço!
A afirmação da sua individualidade
Nesta idade, a criança quer fazer as coisas sozinha – “eu visto, eu faço, eu sei” – referem frequentemente, estando a produzir e a desenvolver a afirmação do seu Eu. Percebe que tem vontade própria e quer testar os seus limites. É a fase do chamado egocentrismo infantil. Não gosta de ser criticada e tem dificuldade em respeitar as ordens.
Começa a opor-se aos pais quando as regras chocam com os seus desejos, o que muitas vezes resulta em birras. Muito embora já dê muitos sinais da sua independência, para muitas coisas continua a portar-se como um bebé. Pode pedir a chupeta para dormir ou apenas adormecer com a sua mantinha de estimação.
Como aproveitar a sua maior autonomia
Agora que a criança já pretende realizar muitas tarefas sozinha é a altura ideal para que ir aprendendo os hábitos de higiene pessoal. Assim, podemos ensinar-lhe a lavar e secar as mãos sozinho a lavar os dentes depois das refeições. Podemos ainda permitir-lhe que durante o banho e com a nossa supervisão se ensaboe sozinha, desde que lhe lavemos nós a cabeça.
Todavia nunca a devemos deixar sozinha no banho pois poderia escorregar e cair. Podemos ainda deixá-la vestir-se sozinha se lhe ensinarmos a fazê-lo e se tiver roupa adequada: calças ou saias com velcro, camisas, blusas e casacos com botões grandes e sapatos também com velcros. Nesta idade, podemos também permitir-lhe realizar algumas tarefas como:
- Levar a cesta do pão para a mesa
- Colocar os guardanapos na mesa
- Limpar o pó
- Ajudar a fazer a sua caminha
- Dobrar o pijama
- Colocar a roupa suja, que despiu, no cesto
Nunca devemos permitir que a criança transporte:
-Talheres
-Garrafas de vidro
-Pratos ou outros objectos de loiça
Comer sozinho
É natural que nesta idade já coma sozinho e queira experimentar as suas novas habilidades utilizando o garfo e a faca para trinchar. Ainda que lhe falte força e coordenação para manejar o garfo e a faca, devemos deixá-lo experimentar desde que com um talher adequado e sempre debaixo da nossa supervisão.
Muitas vezes, ao tentar trinchar a carne ou o peixe, estes saem do prato mas, se não o deixarmos praticar, não vai conseguir aprender. É também nesta idade que começa a ter as suas preferências culinárias e é capaz de fazer uma birra porque não quer a sopa ou porque prefere o empadão ao peixe cozido.
É meu!
Durante esta etapa, muito embora já tenha iniciado a sua socialização é difícil que brinque de forma cooperativa. No infantário, no jardim ou em casa com outras crianças da mesma idade, a brincar no mesmo local, geralmente não interage com os seus companheiros.
Quando os observa é normalmente para cobiçar os seus brinquedos. Não tem ainda a noção de pertença e assim é capaz de violentamente arrancar um brinquedo da mão de um companheiro, dizendo ufano “É meu!”. Tem dificuldade em partilhar e muitas vezes faz uma birra se não consegue o seu objectivo – brincar com um brinquedo de um companheiro, esperar a sua vez para andar no baloiço ou no escorrega.
Quedas e trambolhões
Na sua ânsia de quererem fazer tudo sozinhos, tentam imitar as crianças mais velhas e não permitem que os apoiem em algumas brincadeiras. Invariavelmente querem realizá-las sozinhos. Assim, são comuns as quedas no parque infantil porque pensam que já são grandes e querem demonstrar as suas capacidades. Trepar, correr, andar de baloiço, de triciclo ou bicicleta, como se fossem meninos grandes e autónomos.
Conselhos aos pais
Nesta idade a nossa ajuda tem de ser muito “diplomática”. Temos de os fazer crer que podem realizar sozinhos as tarefas mas, só com uma pequenina ajuda nossa. Temos de estar sempre atentos e vigilantes.
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